Latest Entries »


Pessoal!

Apesar do blog não receber nenhuma atualização há algum tempo, principalmente de cunho técnico, ele não está abandonado não! Acompanho semanalmente a quantidade de visitas, que se mantém constante (média de 200 por dia) e fico sempre muito feliz em ver que os tutoriais sobre relatórios continuam ajudando tanta gente. Como já disse em uma postagem antiga, eu não respondo dúvidas nos comentários. Comentários com perguntas eu excluo, pois cada tutorial é auto-contido, ou seja, tudo o que é necessário está no tutorial e o objetivo do blog não é ser um fórum de discussão. Quem tiver dúvidas, recorra a alguma comunidade, como o GUJ (www.guj.com.br) ou o StackOverflow (www.stackoverflow.com). Agradeço muito aos elogios, às sugestões e às críticas, sendo que comentários deste tipo eu aprovo e normalmente respondo.

Assim que este semestre terminar eu vou fazer um pente fino em todos os tutoriais sobre relatórios e vou atualizá-los para as versões mais novas dos softwares utilizados, além de traduzir cada tutorial sobre relatórios para o inglês, pois tenho notado o aumento do acesso de pessoas de outros países neste último ano. Vou tentar transformar todo esse conteúdo em uma apostila ou quem sabe em um livro. Pretendo também começar a escrever artigos sobre estruturas de dados, pois já fazem dois anos que estou ministrando esta disciplina no curso superior que dou aula e já me sinto confortável para esmiuçar os detalhes das pilhas, filas, listas, árvores e afins.

Enfim, muito obrigado aos visitantes!

[]’s

Para Refletir…


Não sou religioso, nem filósofo, nem tão pouco tento ser intelectual e sinceramente não me preocupo nenhum pouco com isso, mas hoje li um texto muito legal que recebi por email. Ele foi creditado a Baruch Spinoza (mais: aqui, aqui, aqui e aqui) e vou reproduzí-lo abaixo, mas antes disso, quero avisar que ainda espero postar alguma coisa técnica esse ano, mas não sei se vou ter tempo. Enfim, segue o texto, espero que gostem!

 

DEUS
Baruch Spinoza

“Pára de ficar rezando e batendo no peito! O que eu quero que faças é que
saias pelo mundo e desfrutes de tua vida. Eu quero que gozes, cantes, te
divirtas e que desfrutes de tudo o que Eu fiz para ti.

Pára de ir a esses templos lúgubres, obscuros e frios que tu mesmo
construíste e que acreditas ser a minha casa. Minha casa está nas montanhas,
nos bosques, nos rios, nos lagos, nas praias. Aí é onde Eu vivo e aí
expresso meu amor por ti.

Pára de me culpar da tua vida miserável: eu nunca te disse que há algo mau
em ti, ou que eras um pecador, ou que tua sexualidade fosse algo mau. O sexo
é um presente que Eu te dei e com o qual podes expressar teu amor, teu
êxtase, tua alegria. Assim, não me culpes por tudo o que te fizeram crer.

Para de ficar lendo supostas escrituras sagradas que nada têm a ver comigo.
Se não podes me ler num amanhecer, numa paisagem, no olhar de teus amigos,
nos olhos de teu filhinho… Não me encontrarás em nenhum livro!

Confia em mim e deixa de me pedir. Tu vais me dizer como fazer meu trabalho?
Pára de ter tanto medo de mim. Eu não te julgo, nem te critico, nem me
irrito, nem te incomodo, nem te castigo. Eu sou puro amor.

Pára de me pedir perdão. Não há nada a perdoar. Se Eu te fiz… Eu te enchi
de paixões, de limitações, de prazeres, de sentimentos, de necessidades, de
incoerências, de livre-arbítrio. Como posso te culpar se respondes a algo
que eu pus em ti? Como posso te castigar por seres como és, se Eu sou quem
te fez? Crês que eu poderia criar um lugar para queimar a todos meus filhos
que não se comportem bem, pelo resto da eternidade? Que tipo de Deus pode
fazer isso?

Esquece qualquer tipo de mandamento, qualquer tipo de lei; essas são
artimanhas para te manipular, para te controlar, que só geram culpa em ti.
Respeita teu próximo e não faças o que não queiras para ti. A única coisa
que te peço é que prestes atenção a tua vida, que teu estado de alerta seja
teu guia.

Esta vida não é uma prova, nem um degrau, nem um passo no caminho, nem um
ensaio, nem um prelúdio para o paraíso. Esta vida é a única que há aqui e
agora, e a única que precisas.

Eu te fiz absolutamente livre. Não há prêmios nem castigos. Não há pecados
nem virtudes. Ninguém leva um placar. Ninguém leva um registro. Tu és
absolutamente livre para fazer da tua vida um céu ou um inferno.

Não te poderia dizer se há algo depois desta vida, mas posso te dar um
conselho: vive como se não o houvesse. Como se esta fosse tua única
oportunidade de aproveitar, de amar, de existir. Assim, se não há nada,
terás aproveitado da oportunidade que te dei. E se houver, tem certeza que
Eu não vou te perguntar se foste comportado ou não. Eu vou te perguntar se
tu gostaste, se te divertiste… Do que mais gostaste? O que aprendeste?

Pára de crer em mim – crer é supor, adivinhar, imaginar. Eu não quero que
acredites em mim. Quero que me sintas em ti. Quero que me sintas em ti
quando beijas tua amada, quando agasalhas tua filhinha, quando acaricias teu
cachorro, quando tomas banho no mar.

Pára de louvar-me! Que tipo de Deus ególatra tu acreditas que Eu seja?
Aborrece-me que me louvem. Cansa-me que me agradeçam. Tu te sentes grato?
Demonstra-o cuidando de ti, de tua saúde, de tuas relações, do mundo.
Sentes-te olhado, surpreendido?… Expressa tua alegria! Esse é o jeito de
me louvar.

Pára de complicar as coisas e de repetir como papagaio o que te ensinaram
sobre mim. A única certeza é que tu estás aqui, que estás vivo, e que este
mundo está cheio de maravilhas. Para que precisas de mais milagres? Para que
tantas explicações?

Não me procures fora! Não me acharás. Procura-me dentro de ti… aí é que
estou.”

E começa mais um ano


Olá pessoal!

Depois de um pouco mais de um ano, estou voltando a postar. Tenho recebido diversos comentários diariamente sobre os artigos do blog e fico feliz em constatar que muitas pessoas tem conseguido aprender com o que escrevi. Agradeço a todos pelos elogios! Muito obrigado! O blog tem tido em média 200 visitas diárias, atingindo picos de quase 400 visitas! Ainda sobre os comentários, muitos leiores postam dúvidas, mas infelizmente não tenho tempo para respondê-las, sendo assim, acabo não aprovando tais comentários, apesar de ler todos. Quem tiver dúvidas, poste no GUJ que vai ter muita gente para ajudar.

Nesse um ano que passou me dediquei quase que exclusivamente ao meu trabalho, não tendo tempo para publicar nada. Escrevi uma apostila de introdução a desenvolvimento Web em Java e minha ideia era publicá-la aqui no blog, mas infelizmente não pude. A apostila, apesar de ser de minha propriedade intelectual, também tem como dono o governo brasileiro (sistema e-tec Brasil). Agora em 2012 pretendo voltar a postar sobre temas mais gerais ao invés de tutoriais muito específicos, pois como sou um pouco chato com os detalhes, quando eu começo a escrever um tutorial eu quero que ele fique o mais explicado possível e isso acaba tomando muito tempo.

No final do ano passado, um pouco antes do natal, comecei a resolver alguns desafios de programação do UVA Online Judge e acho que “viciei”. Já foram mais de 40 em poucos dias. Vejam minhas estatísticas aqui. Por enquanto estou focado nos que tem solução ad hoc. :D

Nos próximos dias pretendo começar a escrever uma série de artigos sobre estruturas de dados, pois vou aproveitar as aulas que irei preparar para esse semestre (sou professor do IFSP) para a turma de graduação que darei aula. Estou lendo alguns livros e tenho percebido como eles são fracos em alguns pontos. Comprei um semana passada e me decepcionei com os códigos das autoras. O conteúdo que li até agora é razoável, mas apesar das autoras se proporem a fazer um trabalho detalhado em alguns pontos, acabam deixando um pouco a desejar, como por exemplo na seção de complexidade de algoritmos. Acho que quando a gente se propõe a escrever algum livro e vamos falar sobre algum assunto, ainda mais em um livro didático / livro texto, precisamos ser mais detalhistas e nos esforçarmos para dissecar o assunto de uma forma fácil de entender.

Outra obra que comprei no final do ano foi a The Art of Computer Programming. Eu tinha vontade de ter esses livros já faz um bom tempo e agora deu para comprar, ainda mais que em 2011 a primeira metade do volume 4 (4A) foi finalizada. Comecei a leitura do volume 1 hoje. Tenho certeza que não irei me arrepender. Essa é uma obra para ser lida com muita calma. Sabiam que é considerada pela American Scientist uma das 20 obras científicas mais importantes do século passado? Vejam mais detalhes aqui e aqui.

Enfim pessoal, logo irei começar os artigos sobre estruturas de dados!

Grande abraço a todos!

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Junte-se a 94 outros seguidores

%d blogueiros gostam disto: